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Livre-tradução do
Artigo "La mortificación cristiana" do Cardeal Desidério José
Mercier publicado
em "Cuadernos de La Reja" número 2 do Seminário Internacional Nossa
Senhora Corredentora da FSSPX.

Artigo 1 - Objeto da
mortificação cristã
A mortificação cristã tem por fim
neutralizar as influências malignas que o pecado original ainda exerce
nas nossas almas, inclusive depois que o batismo as regenerou. Nossa
regeneração em Cristo, ainda que anulou completamente o pecado em nós,
nos deixa sem embargo muito longe da retidão e da paz originais. O
Concílio de Trento reconhece que a concupiscência, ou seja, o triple
apetite da carne, dos olhos e do orgulho, se deixa sentir em nós,
inclusive depois do batismo, afim de excitar-nos às gloriosas lutas da
vida cristã (Conc. Trid., Sess. 5, Decretum de pecc. orig.).
A Escritura logo chama esta triple
concupiscência de "homem velho", oposto ao "homem novo"
que é Jesus que vive em nós e nós mesmos que vivemos em Jesus, como "carne"
ou natureza caída, oposta ao "espírito" ou natureza regenerada
pela graça sobrenatural. Este velho homem ou esta carne, ou seja, o
homem inteiro com sua dupla vida moral e física, deve ser, não digo
aniquilado, porque é coisa impossível enquanto dure a vida presente, mas
sim mortificado, ou seja, reduzido praticamente à impotência, à
inércia e à esterilidade de um morto; há que impedir-lhe que dê seu
fruto, que é o pecado, e anular sua ação em toda a nossa vida moral.
A mortificação cristã deve, portanto,
abraçar o homem inteiro, estender-se a todas as esferas de atividade nas
quais a natureza é capaz de mover-se. Tal é o objeto da virtude de
mortificação. Vamos indicar sua prática, recorrendo sucessivamente as
manifestações múltiplas de atividade em que se traduz em nós:
I) A atividade orgânica ou a vida corporal;
II) A atividade sensível, que se exerce
seja debaixo da forma do conhecimento sensível pelos sentidos exteriores
ou pela imaginação, seja debaixo da forma de apetite sensível ou de
paixão;
III) A atividade racional e livre,
princípio de nossos pensamentos e de nossos juízos, e das determinações
de nossa vontade;
IV) Consideraremos a manifestação exterior
da vida de nossa alma, ou nossas ações exteriores;
V) E, finalmente, o intercâmbio de nossas
relações com o próximo.
Artigo 2 - Exercício da
mortificação cristã
A. Mortificação do corpo
1º Limite-se, tanto quanto possa, em
matéria de alimentos, ao estritamente necessário. Medite estas palavras
que Santo Agostinho dirigia a Deus: "Me ensinastes, oh meu Deus, a
pegar os alimentos somente como remédios. Ah, Senhor!, aqui quem de
entre nós não vai além do limite? Se há um só, declaro que este homem é
grande e que deve grandemente glorificar vosso nome" (Confissões,
liv. X, cap. 31);
2º Roga a Deus com freqüência, roga-lhe a
cada dia que lhe impeça, com Sua graça, de transpassar os limites da
necessidade, ou deixar-se levar pelo atrativo do prazer;
3º Não pegue nada entre as refeições, ao
menos que haja alguma necessidade ou razões de conveniência;
4º Pratique a abstinência e o jejum, mas
pratique-os somente debaixo da obediência e com discrição;
5º Não lhe está proibido saborear alguma
satisfação corporal, mas faça-o com uma intenção pura e bendizendo a
Deus;
6º Regule seu sono, evitando nisto toda
relaxação ou molície, sobretudo pela manhã. Se pode, fixe-se uma hora
para deitar-se e levantar-se, e obrigue-se a ela energicamente;
7º Em geral, não descanse senão na medida
do necessário; entregue-se generosamente ao trabalho, e não meça
esforços e penas. Tenha cuidado para não extenuar seu corpo, mas
guarde-se também de agradá-lo: quando sentir que ele está disposto a
rebelar-se, por pouco que seja, trate-o como a um escravo;
8º Se sente alguma ligeira indisposição,
evite irritar-se com os demais por seu mal humor; deixe aos seus irmãos
o cuidado de queixar-se; pelo que lhe cabe, seja paciente e mudo como o
divino Cordeiro que levou verdadeiramente todas as nossas enfermidades;
9º Guarde-se de pedir uma dispensa ou
revogação à sua ordem do dia pelo mínimo mal-estar. "Há que fugir
como da peste de toda dispensa em matéria de regras", escrevia São
João Berchmans;
10º Receba docilmente, e suporte humilde,
paciente e perseverantemente a mortificação penosa que se chama
doença.
B. Mortificação dos
sentidos, da imaginação e das paixões
1º Feche seus olhos, diante de tudo e
sempre, a todo espetáculo perigoso, e inclusive tenha a valentia de
fechá-los a todo espetáculo vão e inútil. Veja sem olhar; não se fixe em
ninguém para discernir sua beleza ou feiúra;
2º Tenha seus ouvidos fechados às palavras
bajuladoras, aos louvores, às seduções, aos maus conselhos, às
maledicências, às zombarias que ferem, às indiscrições, à crítica
malévola, às suspeitas comunicadas, a toda palavra que possa causar o
menor esfriamento entre duas almas;
3º Se o sentido do olfato tem que sofrer
algo por conseqüência de certas doenças ou debilidades do próximo, longe
de queixar-se disso, suporte-o com uma santa alegria;
4º No que concerne à qualidade dos
alimentos, seja muito respeitoso do conselho de Nosso Senhor: "Comei
o que vos for apresentado". "Comer o que é bom sem comprazer-se nisto, o
que é mau sem mostrar aversão, e mostrar-se indiferente tanto em um como
no outro, esta é a verdadeira mortificação", dizia São Francisco de
Sales;
5º Ofereça a Deus suas comidas, imponha-se
na mesa uma pequena privação: por exemplo, negue-se um grão de sal, um
copo de vinho, uma guloseima, etc.; os demais não o perceberão, mas Deus
o terá em conta;
6º Se o que lhe apresentam excita vivamente
seu atrativo, pense no fel e no vinagre que apresentaram a Nosso Senhor
na cruz: isto não lhe impedirá de saborear o manjar, mas servirá de
contrapeso ao prazer;
7º Há que evitar todo contato sensual, toda
carícia em que se poria certa paixão, em que se buscaria ou onde se
teria um gozo principalmente sensível;
8º Prescinda de ir aquecer-se ao menos que
lhe seja necessário para evitar-lhe uma indisposição;
9º Suporte tudo o que aflige naturalmente a
carne; especialmente o frio do inverno, o calor do verão, a dureza da
cama e todas as incomodidades do gênero. Faça boa cara em todos os
tempos, sorria a todas as temperaturas. Diga com o profeta: "Frio,
calor, chuva, bendizei ao Senhor". Felizes se podemos chegar a dizer
com gosto esta frase tão familiar a São Francisco de Sales: "Nunca
estou melhor do que quando não estou bem";
10º Mortifique sua imaginação quando lhe
seduz com a isca de um posto brilhante, quando se entristece com a
perspectiva de um futuro sombrio, quando se irrita com a recordação de
uma palavra ou de um ato que o ofendeu;
11º Se sente em você a necessidade de
sonhar, mortifique-a sem piedade;
12º Mortifique-se com o maior cuidado sobre
o ponto da impaciência, da irritação ou da ira;
13º Examine a fundo seus desejos, e
submeta-os ao controle da razão e da fé: você não deseja mais uma vida
longa que uma vida santa? prazer e bem-estar sem tristeza nem dores,
vitórias sem combates, êxitos sem contrariedades, aplausos sem críticas,
uma vida cômoda e tranqüila sem cruzes de nenhum tipo, ou seja, uma vida
completamente oposta à de nosso divino Salvador?
14º Tenha cuidado de não contrair certos
costumes que, sem ser positivamente maus, podem chegar a ser funestos,
tais como o costume de leituras frívolas, dos jogos de azar, etc.;
15º Trate de conhecer seu defeito
dominante, e quando o tiver conhecido, persiga-o até suas últimas
pregas. Por isso, submeta-se com boa vontade ao que poderia ter de
monótono e de entediado na prática do exame particular;
16º Não lhe está proibido ter bom coração e
mostrá-lo, mas fique atento para o perigo de exceder o justo meio.
Combata energicamente os afetos demasiado naturais, as amizades
particulares, e todas as sensibilidades moles do coração.
C. Mortificação do
espírito e da vontade
1º Mortifique seu espírito proibindo-lhe
todas as imaginações vãs, todos os pensamentos inúteis ou alheios que
fazem perder o tempo, dissipam a alma, e provocam o desgosto do trabalho
e das coisas sérias;
2º Deve distanciar de seu espírito todo
pensamento de tristeza e de inquietude. O pensamento do que poderá
suceder no futuro não deve preocupá-lo. Quanto aos maus pensamentos que
o molestam, deve fazer deles, distanciando-os, matéria para exercer a
paciência. Se são involuntários, não serão para você senão uma ocasião
de méritos;
3º Evite a teimosia em suas idéias, e a
obstinação em seus sentimentos. Deixe prevalecer de boa vontade o juízo
dos demais, salvo quando se trate de matérias em que você tem o dever de
pronunciar-se e falar;
4º Mortifique o órgão natural de seu
espírito, ou seja, a língua. Exerça-se de boa vontade no silêncio, seja
porque sua Regra o prescreve, seja porque você o impõe espontaneamente;
5º Prefira escutar os demais do que falar
você mesmo; mas, sem embargo, fale quando convenha, evitando tanto o
excesso de falar demasiado, que impede os demais expressar seus
pensamentos, como o de falar demasiado pouco, que denota indiferença que
fere ao que dizem os demais;
6º Não interrompa nunca quem fala, e não
corte com uma resposta precipitada quem lhe pergunta;
7º Tenha um tom de voz sempre moderado,
nunca brusco nem cortante. Evite os "muito", os "extremamente",
os "horrivelmente", etc.: não seja exagerado em seu falar;
8º Ame a simplicidade e a retidão. A
simulação, os rodeios, os equívocos calculados que certas pessoas
piedosas se permitem sem escrúpulo, desacreditam muito a piedade;
9º Abstenha-se cuidadosamente de toda
palavra grosseira, trivial ou inclusive ociosa, pois Nosso Senhor nos
adverte que nos pedira conta delas no dia do Juízo;
10º Acima de tudo, mortifique sua vontade;
é o ponto decisivo. Adapte-a constantemente ao que sabe ser do
beneplácito divino e da ordem da Providência, sem ter nenhuma conta nem
de seus gostos nem de suas aversões. Submeta-se inclusive a seus
inferiores nas coisas que não interessam para a glória de Deus e os
deveres de seu cargo;
11º Considere a menor desobediência
às ordens e inclusive aos desejos de seus Superiores como dirigida a
Deus;
12º Lembre-se de que praticará a maior de
todas as mortificações quando ame ser humilhado e quando tenha a mais
perfeita obediência àqueles a quem Deus quer se se submeta;
13º Ame ser esquecido e ser tido por nada:
é o conselho de São João da Cruz, é o conselho da Imitação: não fale
apenas de si mesmo nem para bem nem para mal, senão busque pelo silêncio
fazer-se esquecer;
14º Diante de uma humilhação ou repreensão,
se sente tentado a murmurar. Diga como Davi: "Melhor assim! Me é bom
ser humilhado!";
15º Não entretenha desejos frívolos:
"Desejo poucas coisas, e o pouco que desejo, o desejo pouco", dizia
São Francisco;
16º Aceite com a mais perfeita resignação
as mortificações chamadas de Providência, as cruzes e os trabalhos
unidos ao estado em que a Providência o pôs. "Quanto menos há de
nossa eleição, mais há de beneplácito divino", dizia São Francisco
de Sales. Queríamos escolher nossas cruzes, ter outra distinta da nossa,
levar uma cruz pesada que tivesse ao menos algum brilho, antes que uma
cruz ligeira que cansa por sua continuidade: Ilusão! Devemos levar
nossa cruz, e não outra, e seu mérito não se encontra em sua
qualidade, senão na perfeição com que a levamos;
17º Não se deixe turbar pelas tentações,
pelos escrúpulos, pelas aridezes espirituais: "o que se faz durante a
sequidão é mais meritório diante de Deus do que o que se faz durante a
consolação", dizia o santo bispo de Genebra;
18º Não devemos entristecer-nos demasiado
por nossas misérias, senão mais bem humilhar-nos. Humilhar-se é uma
coisa boa, que poucas pessoas compreendem; inquietar-se e impacientar-se
é uma coisa que todo o mundo conhece e que é má, porque nesta espécie de
inquietude e de despeito o amor próprio tem sempre a maior parte;
19º Desconfiemos igualmente da timidez e do
desânimo, que fazem perder as energias, e da presunção, que não é mais
do que o orgulho em ação. Trabalhemos como se tudo dependesse de nossos
esforços, mas permaneçamos humildes como se nosso trabalho fosse inútil.
D. Mortificações que há
que praticar em nossas ações exteriores
1º Deve ser o mais exato possível em
observar todos os pontos de sua regra de vida, obedecer sem demora,
lembrando-se de São João Berchmans, que dizia: "Minha maior
penitência é seguir a vida comum"; "Fazer o maior caso das menores
coisas, tal é o meu lema"; "Antes morrer que violar uma só de minhas
regras!";
2º No exercício de seus deveres de estado,
trate de estar muito contente com tudo o que parece feito de propósito
para desagradá-lo e molestá-lo, lembrando-se também aqui da frase de São
Francisco de Sales: "Nunca estou melhor quando não estou bem";
3º Não conceda jamais um momento à
preguiça; da manhã à noite, esteja ocupado sem descanso;
4º Se sua vida se passa dedicada, ao menos
em partes, ao estudo, aplique os seguintes conselhos de Santo Tomás de
Aquino aos seus alunos: "Não se contentem com receber
superficialmente o que lêem ou escutam, senão tratem de penetrar e
aprofundar seu sentido. - Não fiquem nunca com dúvidas sobre o que podem
saber com certeza. - Trabalhem com uma santa avidez em enriquecer seu
espírito; classifiquem com ordem em sua memória todos os conhecimentos
que possa adquirir. - Sem embargo, não tratem de penetrar os mistérios
que estão por acima de sua inteligência";
5º Ocupe-se unicamente da ação presente,
sem voltar ao que precedeu nem adiantar-se pelo pensamento ao que vem a
seguir; diga com São Francisco: "Enquanto faço isto, não estou
obrigado a fazer outra coisa"; "Apressemo-nos com bondade: será tão logo
tanto quanto esteja bom";
6º Seja modesto em sua compostura. Nenhum
porte era tão perfeito como o de São Francisco; tinha sempre a cabeça
direita, evitando igualmente a ligeireza que a gira em todos os
sentidos, a negligência que a inclina adiante e o humor orgulhoso e
altivo que a levanta para trás. Seu rosto estava sempre tranqüilo, livre
de toda preocupação, sempre alegre, sereno e aberto, sem ter sem embargo
uma jovialidade indiscreta, sem risadas ruidosas, imoderadas ou
demasiado freqüentes;
7º Quando se encontrava só mantinha-se em
tão boa compostura como diante de uma grande assembléia. Não cruzava as
pernas, não apoiava a cabeça no encosto. Quando rezava, ficava imóvel
como uma coluna. Quando a natureza lhe sugeria seus gostos, não a
escutava em absoluto;
8º Considere a limpeza e a ordem como uma
virtude, e a sujeira e a desordem como um vício: evite os vestidos
sujos, manchados ou rasgados. Por outra parte, considere como um vício
ainda maior o luxo e o mundanismo. Faça de modo de ao ver sua vestimenta
e adereços, ninguém diga: está desarrumado; nem: está elegante;
senão que todo o mundo possa dizer: está decente.
E. Mortificações para
praticar em nossas relações com o próximo
1º Suporte os defeitos do próximo: faltas
de educação, de espírito, de caráter. Suporte tudo o que nele lhe
desagrada: seu modo de andar, sua atitude, seu tom de voz, seu sotaque,
e todo o resto;
2º Suporte tudo a todos e suporte até o fim
e cristãmente. Não se deixe levar jamais por essas impaciências tão
orgulhosas que fazem dizer: Que posso fazer de tal o qual? Em que me
concerne o que diz? Para que preciso o afeto, a benevolência ou a
cortesia de uma criatura qualquer, e desta em particular? Nada é menos
segundo Deus que estes desprendimentos altaneiros e estas indiferenças
depreciativas; melhor seria, certamente, uma impaciência;
3º Encontra-se tentado a irar-se? Pelo amor
a Jesus, seja manso. De vingar-se? Devolva bem por mal. Diz-se que o
segredo de chegar ao coração de Santa Teresa, era fazer-lhe algum mal.
De mostrar a alguém uma cara má? Sorria com bondade. De evitar seu
encontro? Busque-o por virtude. De falar mal dele? Fale bem. De
falar-lhe com dureza? Fale doce e cordialmente;
4º Ame fazer o elogio de seus irmãos,
sobretudo daqueles a quem sua inveja se dirige mais naturalmente;
5º Não diga acuidades em detrimento da
caridade;
6º Se alguém se permite em sua presença
palavras pouco convenientes, ou mantém conversações próprias para
danificar a reputação do próximo, poderá às vezes repreender com doçura
a quem fala, mas mais freqüentemente será melhor distanciar habilmente a
conversação ou manifestar por um gesto de descontentamento ou de
desatenção querida que o que se está dizendo o desagrada;
7º Quando lhe custe fazer um favor,
ofereça-se a fazê-lo: terá duplo mérito;
8º Tenha horror de apresentar-se diante de
si mesmo ou dos demais como uma vítima. Longe de exagerar suas cargas,
esforce-se em encontrá-las leves. O são em realidade muito mais
freqüentemente do que parece, e o seriam sempre se tivesse um pouco mais
de virtude.
Conclusão
Em geral, saiba negar à natureza o que pede
sem necessidade.
Saiba fazer-lhe dar o que ela nega sem
razão. Seus progressos na virtude, disse o autor da Imitação de Cristo,
serão proporcionais à violência que saiba fazer-se.
Dizia o santo Bispo de Genebra: "Há que
morrer afim de que Deus viva em nós: porque é impossível chegar à
união da alma com Deus por outro caminho que pela mortificação.
Estas palavras: Há que morrer! são duras, mas serão seguidas de
uma grande doçura, porque não se morre a si mesmo senão para unir-se a
Deus por esta morte".
Quisera Deus que pudéssemos aplicar-nos com
pleno direito as seguintes palavras de São Paulo: "Em todas as coisas
sofremos a tribulação... Trazemos sempre em nosso corpo a morte de
Jesus, afim de que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos"
(2 Cor. 4, 10).
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