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O Novo Testamento
Os Evangelhos
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Segunda de São Pedro
Primeira de São João
Segunda de São João
Terceira de São João
De São Judas

Apocalipse de São João

Deuteronômio

Deuteronômio é um vocábulo grego e significa segunda lei, ou, melhor: repetição da lei. Na verdade, este livro encerra quatro discursos pronunciados por Moisés ao povo israelita para renovar, transcorridos muitos anos, a promulgação da lei que lhe fora entregue por Deus no deserto. Repete, portanto, os preceitos dos livros antecedentes, particularmente do Êxodo e do Levítico, acrescentando novas explicações e apostilas.

O Primeiro Discurso (1, 6 - 4, 40) é uma espécie de introdução geral e um epílogo dos benefícios dispensados por Deus ao povo eleito no deserto.

O Segundo Discurso, que ocupa a parte mais considerável do livro (5, 1 - 26, 9), é uma repetição, explicação e ampliação das leis divinas, com especial referência àquelas que tinham um caráter estável e permanente.

O Terceiro Discurso (27, 1 - 28, 68) determina o modo e as circunstâncias com as quais deve ser promulgada a sanção da lei.

O Quarto Discurso (29, 1 - 30, 20) é uma peroração de Moisés, o qual depois de haver escolhido um sucessor (31, 1 - 34, 12), abençoa o povo de Israel. Por fim, contemplando de longe a Terra da Promissão, morre na terra de Moab e é aí sepultado.

O Deuteronômio pode ser considerado como o Evangelho do Antigo Testamento. É o testamento que Moisés, à vigília da morte, deixa ao povo Israelita, prestes a entrar na terra de Canaã.

 

Leia um resumo da História do Povo Hebreu, desde a Criação, em nossa seção História da Igreja.

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